quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A Coisa (Parte I)

15 de outubro de 2008

Os facilitadores do grupo advertiram aos presentes quanto à linguagem simbólica e de época adotada por Martines de Pasqually em seus escritos, alertando-os sobre a necessidade de manter isso em mente durante os estudos, interpretando e adaptando à linguagem atual.
Feita a prece de abertura, os presentes passaram a ler, cada um por vez, uma página da obra discutida.

“A Coisa”


  1. Introdução – tudo advém da coisa. A ciência se desenvolve em torno dessa palavra. Triplo tema: A Coisa, A História e A Urgência.

  2. A Coisa é a questão crucial do Homem. É a presença, a palavra e o gesto do Eterno.

  3. A Coisa é Deus. Não foi possível nomeá-lo.

  4. É a sabedoria personificada, ou personalizada, o Logos de Philo, que tem relação com o Cristo.

  5. A causa comum da manifestação de deus e da coisa é Eli.

  6. Jesus foi o maior iniciado.

  7. Eli é o espírito santo do Cristo.

  8. A obra é um Midrash, gênero literário hebraico surgido em I a.C, originalmente oral. No séc. V da Era cristã, foi utilizado para fazer comentários à Bíblia ou para a homilia.

  9. O Quadro Universal (que vem anexo à obra) auxilia a leitura da obra. Reproduz o estado do mundo em seu presente estado (após a queda). A prevaricação de alguns espíritos inaugurou o tempo e o espaço. Duas categorias: anjos rebeldes (que foram banidos) e anjos fiéis.

  10. O banimento é eterno? Haverá uma reintegração desses anjos banidos?

  11. Se sairmos da conduta reta nos harmonizaremos com esses espíritos.

  12. Se você conhece a si mesmo, conhecerá o que não é você.

  13. O caminho da reintegração passa pela iniciação. A reintegração fará todos os seres serem reintegrados a Deus.

  14. Adão é o primeiro homem. Nos também o somos e somos também o ultimo.

  15. Os anjos são intermediários entre o material e o imaterial.

  16. O século e a eternidade – o Homem resolveu ignorar esses conceitos, na impossibilidade de compreendê-los. (os orientais pensam diferentemente)

  17. Pascal seria o mais avançado dos que não possuíam a chave, segundo Martines de Pasqually.

  18. As pessoas não sabem por que caminham, mas vos sabereis – convite de Martines de Pasqually a Fournier para entrar na Ordem (A Sociedade dos Eleitos).

  19. Todos os homens são homens de desejo e capazes, e dignos, em algum grau, do Tratado da Reintegração.

  20. Os mortos atravessam o Rio Styx para esquecer tudo sobre sua vida anterior.

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